Minha vida na visão de mim mesmo.

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O Blog do Paulo Nogueira

Never can say goodbye

Still up this late, need a latte to sit up still.

W9 (Washington) renova com o Tricolor Paulista

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Imagem de http://morumbi.blig.ig.com.br/

Essa é a melhor notícia que eu recebí depois daquela pavorosa derrota para o Botafogo no Engenhão a três semanas atrás.

Washington renova com o São Paulo.

Ou só eu que ví que o ataque tricolor (exceto o Hugo) estava em franco boicote ao sucesso do W9 no São Paulo.
A mesma ciumeira, aliás, que na minha opinião, foi a gota d’água para a saída do Muricy (não que eu me arrependa, ele tá fazendo um ótimo trabalho naquelo outro time que não foi para a Libertadores; obrigado Muricy!).

Acho até, sem exagero, que se o ataque trabalhasse mais em função do W9, teriamos ganho mais jogos e sido campeões. É esse era o problemas, Dagoberto e Borges tavam mais preocupados em se destacarem, que em ver o time ser campeão.Espero que o Marlos aprenda a lição e não entre na deles, já que nos últimos jogos andou fazendo o mesmo. Prefere chutar sem algulo que cruzar no meio para o Washington.

Bom, com essa decisão eu tô até acreditando que nem todo mundo no Cícero Pompeu tá de férias neurológicas, e a Libertadores já é uma possibilidade real novamente.

Vai lá, vai lá, vai lá,… Vai lá de coração,….!!!!

Não querem deixar o Tricolor perder o Brasileirão 2009

São Paulo, assim vamos ser campeões...
Foto: Rubens Chiri / www.saopaulofc.net

Olá pessoal!

Pois é, faz um tempo que o São Paulo vem tentando não ganhar o campeonato Brasileiro de 2009.

Não vencemos o Grémio, no Olímpico; não ganhamos do Coritiba em pleno Morumbí; e até perdemos em casa para o Atletico-MG. Estavamos não querendo passar vergonha, nos mantendo estratégicamente pouco atrás do Palmeiras, que aí fez questão de perder para um Fluminense quase rebaixado, deixando a gente assumir a liderança do campeonato. Que raiva isso, uma vez que estariamos perfeitamente conformados com o tetra do Muricy. Mas o Palmeiras claramente, vendo nosso alegre conformismo, queria que o tetra fosse nosso mesmo, só pra contrariar.

Bom, aí surge o Flamengo com Adriano e Pet (não a garrafa, o “covitch”) e eu pensei: agora sim, encontramos um time embalado, que vai nos aliviar do fardo da liderança. Na nossa ansia de não sermos tetra/hepta tropeçamos diante do Botafogo, e só pra garantir cavamos novos desfalques por expulsões e suspenções bobas com Miranda e Richarlyson -Ou alguem aí tem outra explicação para o já tinham feito Borges e Dagoberto diante do Grêmio???

Sim, pois já faz um tempo que nossos jogadores vêm auto-flagelando o time, forçando suas próprias explusões e suspenções, numa tentativa (vã, diga-se de passagem) de contrabalancear o que os nossos adversários estão fazendo conosco. Até o STJD, vendo nosso esforço e levando em conta nossa longa ficha de serviços prestados ao esporte nacional, entrou na briga pra nos ajudar.

Aí o Flamengo estraga tudo e empata com o Goias. Gente, por favor, o que é que a gente precisa fazer pra NÃO SER HEPTA/TETRA CAMPEÃO EM 2009.

Agora só me falta o Corinthians ganhar do Fla, e Palmeiras e Inter empatarem na próxima rodada. Seria o tiro de misericordia na nação Tricolor Paulista. Além de nos forçarem a sermos campeões (de novo), por um requinte de crualdade, nos obrigariam a fazê-lo por antecipação, ora, mais essa…

Bom, se isso acontecer, eu prometo, pra alegria dos nossos adversarios (porque não há santo que resista a tanta pressão), que dou o braço a torcer, saio na rua e grito: HEPTACAMPEÃO!!!!!! – com máscara do Jason e tudo!

O nome dela é Zee Avi

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Não se deixe enganar, o tamanho contrasta com o talento.

Vez ou outra surge no cenário mundial artistas que purificam nossas ondas sonoras.  Foi assim com a Norah Jones, e também com a Joss Stone.
A Norah, puro génio, indiscutivelmente.  A Joss, penso eu, se perdeu no sempre traiçoeiro “segundo album”, como tantos outros e outras.
A diferença entre estes dois destinos nem sempre está no talento, simplesmente, mas também (e talvés principalmente) na fidelidade às origens, a aquilo de diferente que projetou o artista, em primeiro lugar.

Entra em cena Zee Avi, garota Malaia de 23 anos. Sim, ela é da Malásia.
Oriental na aparência, londrina de estudo, e filha do Delta de Memphis na musicalidade.
Aprendeu a tocar violão com livrinho de cifras, estourou para o mundo no KokoKaina, seu canal no Youtube, e aterrisou seu primeiro album solo com a Brushfire Records, selo de niguem menos que Jack Johnson. Se veio para ficar ou se vai passar como mais uma “estrela por cinco minutos” da internet, o tempo dirá.
Eu aposto que ela fica, porque me parece não ter se deslumbrado, como quem não quer ser popstar faz o tipo “deixa eu só cantar minha música que fico feliz.”

Bom, mas agora deixo que ela mesmo se apresente, por que certamente eu não faia melhor.
Fala Zee……., e seja muito bem vinda! Ah, eu mencionei que ela compõe também?

Link para video de apresentação da Zee no Amazon.com

Link para video de apresentação da Zee no Amazon.com

Susan Boyle: ser é mais do que parecer.

Nem sei por onde eu começo esse post.
Fui direcionado ao clipe da Susan Boyle, uma simpatissísima senhora que participa do programa Britain’s Got Talent, uma espécie de Idolos, ou Fama, da TV Britanica. Dá até vontade de chorar, de tanta dó (de mim mesmo, não dela). Quando a gente é confrontado assim, tem que ser muito cínico para não parar e olhar pra dentro.

Susan Boyle, desempregada, 47 anos (diz o texto de apresentação).

Susan Boyle, desempregada, 47 anos (texto na tela). Clique para ver o vídeo.

Imagino que era assim que Jesus expunha os fariseus (e os deixava furiósos).
Ao final da sua apresentação, a Susan Boyle, apenas sendo ela mesma, deixou seus críticos com o coração exposto (com todos os seu preconceito e altivez)  em plena rede nacional. Diante de Susan Boyle, não apenas o rei, mas toda a Inglaterra (e agora o mundo) ficou nú.

Quebrando o silêncio….

Breaking radio silence…..aos poucos, vamos voltando.

The Rappin’ Flight Attendant

Comissário Rapper.

Paciência, por favor

Oi pessoal, quero pedir aos amigos e leitores habituais um pouco de paciência.

Estou migrando de servido, e como vcs podem ver, algo não deu certo ao importar os posts antigos. Imagina se eu tô contente…..

Mas já estou contando com o pior, pois a vida continua e é feita de recomeços…rsrsrsrs.  :o /

Projeto de Férias II (meio atrasado)

Airplay, da XtremeMac


Ok, ok….mais uma aproveitando os dias de folga.

O que tem de rádio clandestina em São Paulo não é brincadeira. Tenho um iPod velhinho e costumava ouvir ele no carro com um transmissor FM Airplay, da XtremeMac. Ele não é tão popular quanto o famoso iTrip, mas sempre me serviu muito bem. Eu podia ouvir música com o iPod conectado no som de casa, sair ouvindo com o fone, e continuar ouvindo no carro com o transmissor. Maravilha. Ate que…… xxchhhcczzzcccc….”aleluia irmão”…..xxchhhcczzzcccc…… “vem pro baile da comunidade”….xxchhhcczzzcccc…. “o Denilson da rua 15 perdeu o papagaio, quem achar”…..xxchhhcczzzcccc….

Interferencia braba de rádios clandestinas…aí não há Tribalistas ou Chico Cesar que aguente.

Há dois anos atrás não era assim. Eu achava uma freqüencia vazia na rádio, programava o Airplay, e esquecia que ele tava ligado. Somente em regiões muito próximas à Av Paulista, ou viajando pelo interior (onde rádios locais tem freqüencias diferentes das de São Paulo) é que eu tinha algum problema com o som que tocava no rádio via o transmissor FM. Aí, ao poucos, as freqüencias começaram a ser invadidas… primeiro aos finais de semana,…e gradativamente se estendendo por toda a semana e por todo o dial…..aaaggghhhhhgggggggg.

Eu sabia que havia maneiras melhores de ouvir o som o iPod no carro, mas achava tudo meio caro e complicado, tinha que ter um som “especial” no carro, mexer com fiação, etc, etc….
Sem saida, hastiei a bandeira branca para os meus (nem tão) amigos piratas do ar, e resolví partir para a solução integrada.



Pensei que ia ter que gastar uma fortuna (que por sinal eu NÃO tenho), mas para minha surpresa, o meu antiquíssimo Pioneer já veio de fábrica preparado para conectar com o iPod, e eu nem sabia. Oba, providência divina! Comprei então somente o CD-IB100II, e por meros R$10,00 (deiz reau) mandei instalar. É isso, a instalação foi tão simples (só conectar os cabos) que o cara da automotiva nem me cobrou. Apenas pagei um cafezinho pra ele (tá bom, foram só R$5, mas não é que eu seja muquirana, é que era tudo o que eu tinha na carteira, de verdade).

Agora posso ouvir as músicas do meu iPod no carro, controlar o iPod no painel do som, enquanto ele carrega automaticamente bem guardado no porta-luvas do carro.

Interferencia? Nenhuma, exceto a que vem do banco de trás….”paiêêê,…ela me beliscou, paiêêê, tô com sede…..paiêêê, troca a música…”, mas aí não tem jeito, pois mesmo interferindo com a música, esse já é um ruido que toca bem no coração.

Projeto de férias I – Multifuncional em rede


Há tempos precisava colocar a impressora de casa em rede. Cheguei a fazer isto ligando ela ao meu PC, e usando o compartilhamento de rede do Window para disponibilizar ela para as outras máquinas da casa. O problema com isso, é claro, é que se o meu PC não estivesse ligado, ninguem imprimia. Como o pessoal em casa não é craque em configuração de redes domésticas, qualquer probleminha era um problemão, pois não conseguiam imprimir o que precisavam até que eu chegasse. Não era a melhor solução.

Pesquisei servidores de impressão, mas os preços eram muito proibitivos (pra mim, pelo menos), chegando até a uns R$500,00. Ví a nova impressora da Lexmark com wi-fi, a z1420. Parecia uma boa solução, bem recomendada pela revista Info Exame, preço até razolavel (R$250,00 na rede Extra), embora os cartuchos não sejam dos mais baratos. Hesitei pelo preço dos cartuchos. Os de alta capacidade custam mais que cem reais!!!!

Foi aí que tiva a oportunidade de comprar, via uma colega que estava em viajem, um roteador de impressão da D-link, o DPR-1260. Uma maravilha. E apenas R$120,00, ou seja, mais barato que todas as minhas outas opções. Com ele consegui colocar minha multifuncional da Epson em rede, inclusive utilizando as funções de scanner…e tudo sem fio. Levei algumas horas para acertar a configuração, mas resolveu o meu problema. Agora a familia toda tem acesso à impressora e ao scanner direto da rede.

Tomara que a D-link resolva comercializá-lo no Brasil (de preferência por um preço acessível).
De quebra, o DPR-1260 comporta até quatro impressoras, mas também funciona como uma ponte (network bridge), ou seja, se você tiver um HD ou algum outro que se conecte a rede via cabo, você pode conectá-lo ao DPR-1260 e acessá-lo sem fio dos demais pontos da sua rede.

Maravilha….projeto de férias 1 concluido.

A tempo, para quem busca uma solução de rede simples (sim, com o tempo os filhos vão precisar do próprio PC para fazer lição de casa, e você ainda vai ter um laptop wireless, e todo mundo vai querer ter acesso à impressora e à internet), eu estou recomendando o roteador DI-524UP da D-Link. Ví na Fnac por R$250,00. Além de crar uma rede sem fio, ele tem uma porta USB onde você pode conectar uma impresora e compartilhá-la. Eu mesmo só não adotei esta configuração pois já tinha um roteado, e esta solução não daria acesso ao scanner da multifincional. Mas se você tem uma impressora USB, esta certamete será sua melhor relação custo benefício.

Abraços! E viva às férias!

Barbearia Virtual ou Virtual Haircut

Hoje me passaram um clipe de áudio sensacional. (Que está linkado no final do post).
Chama-se Virtual Haircut, ou Corte de Cabelo Virtual. Achei também com o nome Barbearia Virtual.
Antes de “correr” para o final do post pra ouvir, deixa eu explicar do que se trata, pois a maioria das referencias que achei tratam-o apenas como curiosidade, mas há mais por traz da criação deste arquivo.

Senão vejamos, neste link, eles explicam tudo, mas como está em inglês, vou tentar resumir a história pra vocês, pois achei super interessante.

Um empresa de aparelhos auditivo chamada Starkey Cetera desenvolveu um produto com uma tecnologia do laboratório QSound, que permite ao deficiente auditivo que localize a origem de um som, ou seja, gera uma percepção espacial em função do som que se ouve. Os demais aparelhos auditivos não levariam em conta este fato, preocupando-se apenas com a questão do volume (dB) propriamente dito.< Para exemplificar, eles sugerem um experimento simples: você fecha os olhos e pede a um amigo (ou uma amiga, vá lá) que ande pela sala, conversando ou fazendo ruídos. Você não só ouve os sons, mas consegue saber de que ponto da sala eles estão vindo, certo? Agora repita o processo, mas ponha os dedos na orelha (não dentro do canal, mas apenas descansando na parte externa, na “concha” da orelha). Embora você continue ouvindo o som, você perde a noção de espaço, ou seja, não consegue distinguir de onde vem o som. Isto demonstra a importância da parte externa do seu sistema auditivo, bem como a importância do “foco” na audição. Segundo eles, uma pessoa normal pode ouvir quem lhe fala num restaurante, mesmo que o som ambiente esteja até 6 dB mas alto que a fala, ou seja, ainda que em termos de volume, a fala esteja abafada completamente pelo som ambiente.

Assim, quando há o aspecto da localização espacial, nosso cérebro e sistema auditivo podem filtrar o som ambiente indesejado, e focalizar no som (fala) desejada, possibilitando a audição e compreensão do que se quer ouvir. A Starkey Cetera então desenvolveu este produto que não só ajusta os dB de acordo com as limitações do deficiente auditivo, mas efetivamente incorpora a noção espacial que é natural à audição humana.

Mas é o clipe de áudio?
Ah, sim, ele foi gravado pela empresa como uma maneira de ressaltar a importância que tem a noção de espaço trazida pela audição, e de como ela enriquece nossa interação com o mundo, (em ultima análise, numa tentativa de demonstrar a superioridade do produto que eles oferecem).

FONES DE OUVIDO SÃO OBRIGATÓRIOS, pois imitam a maneira como percebemos o som naturalmente, próximo à cabeça. Há, sim, se fechar os olhos fica mais divertido ainda.

Ouçam o clipe:

Carol e Gaby, obrigado pela dica!

PS: E a história acima explica pq ao final do áudio ele sussurra no seu ouvido: “Cetera”, que é o nome da empresa que produz o tal aparelhinho.